Quinta, Fevereiro 23, 2012

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SEMINÁRIOS 2012

Participe do Seminário: "Contador - O Profissional do Momento" - Palestrantes, Mário queiroz Pierre e Fábio Araújo Pinheiro e no final a solenidade de posse dos Conselheiros da gestão 2012/2013.

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ANUIDADE 2012

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Para simbolizar a profissão contábil, escolheu-se, há muito, o Caduceu, em razão das afinidades entre as atividades comerciais e o trabalho contábil, e também porque o próprio sistema de afirmação das partidas dobradas dar-se-ia a partir do século XI, quando, na Europa, o comércio ditaria a nova fase da vida nas capitais. Ate o inicio do século XX, ensinava-se Contabilista em “Escolas de Comércio”, o que bem atesta a ligação desses conceitos. O mundo transformou-se, mudaram-se os cenários, a profissão assumiu outras características de rara relevância, MAS O Caduceu segue como o símbolo de tradição. O Caduceu, na mitologia romana, é um amuleto que o deus Mercúrio transportava para proteger-se e que lhe dava o poder de adivinhação para dar eficácia à sua missão divina. O símbolo do Caduceu, na mitologia, equivalente ao símbolo da vitalidade e do mensageiro das vontades divinas. As duas serpentes representam o curso da energia no corpo humano. Segundo a crença oriental, a energia eletromagnética circula pelo corpo da mesma direção em que se postam as serpentes e termina se caminho na cabeça, sede de toda a concentração vital. Os pontos ou núcleos de energia, denominados chacras, no Oriente, se unidos por linhas, tomam a forma das serpentes dispostas no Caduceu.

Tais simbolismos conduzem à concepção da representatividade da plena ação da energia.

O Bastão do Símbolo

O bastão e uma figuração de um ramo vigoroso de loureiro, planta mística que, segundo os gregos, protegia os lares, pois os raios não atingiam jamais tal planta alem de ela ter rara virtude medicinal e um odor apreciado. O louro gerava as coroas que encimavam a cabeça dos heróis. A famosa coroa de louros era o símbolo do vitorioso; daí a importância da configuração.

As Asas do Símbolo

As asas que saem do ramo de loureiro são símbolo da velocidade de deus mercúrio e também se inserem no seu capacete e, em algumas figuras, em seus calcanhares. Era comum, entre os antigos, tomar como simbologia a analogia com as forcas da natureza e, nesse caso, a asa foi assim considerada. Antes dos gregos, os egípcios, em sua escrita, seguiam, em muitos de seus símbolos, a afinidade entre a idéia que queiram expressar e os fatos naturais.

O Deus Mercúrio

A origem de Mercúrio provém da mitologia grega, na qual tinha o nome de Hermes. É deus de rara importância, por ser filho de Júpiter, o mais importante de todos. A divindade máxima confiara a ele a gestão da riqueza, aquela época representada, em sua máxima expressão, pelo gado (pecúnia daí a expressão pecuniário).